|Sunday, June 25, 2017
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O Brasil não é uma Democracia. É um Regime Despótico 

Brazil

Um regime despótico é, frequentemente, citado pelos historiadores como uma força por trás de muitas insurreições.

A área mais óbvia pela qual uma tirania afeta as pessoas é a economia.

A manipulação dos indicadores econômicos e os controles de preços são, normalmente, considerados formas de manipulação em sociedades comunistas. O resultado destas praticas é, não só a rebelião popular, mas, também, o estabelecimento de uma tirania.

A definição de um rgime despótico ou uma tirania foi cunhada por Alexis de Tocqueville em seu escrito de 1835 intitulado “Democracia nos Estados Unidos”. A tirania ocorre sempre que as condições sociais de uma comunidade particular impedem qualquer perspectiva de esperança entre os seus membros. Este é o caso do Brasil.

Colunistas e jornalistas que vivem fora do Brasil e falam sobre o país não tem idéia sobre a realidade vivida pelas pessoas.

Aqui, o procurador-geral, Eduardo Cardozo, justifica ações ilegais do governo dizendo que o que Dilma Rousseff, que está sendo processada pelo Congresso, fez já foi feito por outros governos. Ele implica que o seu comportamento é tolerável porque outros políticos fizeram o mesmo e não foram punidos.

Aqueles que ainda apoiam o programa do Partido dos Trabalhadores, que tem destruido o Sonho Brasileiro, são aliados políticos e pessoas que ocupam cargos burocráticos e que recebem salários obscenos pagos pelo contribuinte ou outros que pertencem a grupos sociais compostos por pessoas preguiçosas e miseráveis que foram ensinadas a viverem conformadas e a serem escravas obedientes do governo.

Apenas os membros desses grupos podem acreditar que o que aconteceu ao longo dos últimos meses é simplesmente uma tentativa de remover ilegalmente uma  presidente eleita.

O que eles não dizem é que esta presidente eleita tem abusado de seus poderes em mais maneiras do que é relatado. Dilma e seu predecessor são as duas cabeças visíveis de um sistema que, supostamente, promove a justiça social e que, conforme o PT, tirou milhões de pessoas da pobreza.

Os adeptos do PT deixam de fora que, a fim de subornar essas milhões de pessoas com casas e cestas básicas, o governo, financeiramente, violou a classe média neste país, enquanto os ricos vivem como querem.

A realidade do Brasil de hoje demonstra a arrogância da classe política do pais, que é espelhada nos rostos de líderes como Dilma e Lula e que se espalha pelos milhões de escravos intelectuais cuja ignorância tem sido alimentada pelos seus “salvadores”.

O que a classe política no Brasil, todos os partidos políticos incluídos, tem feito para destruir este país não pode ser punido com um impeachment. Na verdade, a maioria dos criminosos que se chamam de políticos vai ficar livre, porque este é um país sem responsabilidade.

O Brasil, como muitos outros países ocidentais, é uma plantação de escravos. É como um campo de concentração a céu aberto, onde as pessoas são ordenhadas do nascimento até a morte.

Aqui, nem o homem de família nem o pequeno empresário tem uma boa chance de ter sucesso, pois apenas as grandes corporações recebem tratamento especial, isenções fiscais suculentas e condições exclusivas para comprar e vender seus produtos.

Enquanto isso, pessoas honestas que querem levar comida para a mesa de sua família não podem fazê-lo, a menos que se conformem com a tirania do regime socialista controlado pelo sindicato político criminal que governa sobre eles.

Mesmo depois de ser suspensa do cargo, Dilma Rousseff mostrou-se desafiadora contra o Estado de Direito, ao afirmar que o processo que visa impeachment não é mais do que um “golpe  de Estado moderno”.

Para pessoas como Rousseff e muitos membros de seu partido, ser eleito com o apoio de milhões de pessoas tornou-se sinônimo de ter o poder para fazer tudo o que queria.

O resultado da votação desta quinta-feira no Senado brasileiro é uma correção lógica para uma crescente falta de controles, onde o Executivo brasileiro fez e desfez tudo o que quis e onde o Congresso foi um espectador que permitiu todos os tipos de fraude, suborno e pilhagem dos recursos do país.

A única força que foi capaz de abalar o governo um pouco foi a ira de milhões de brasileiros que estão cansados de não ter escolas decentes, onde seus filhos podem aprender o que eles precisam para ter sucesso no século 21, aqueles que perderam parentes por causa das péssimas e insalubres condições em hospitais ou outras pessoas que vivem com medo todos os dias devido ao aumento exponencial no número de homicídios e roubos em plena luz do dia.

Além da raiva crescente em uma pequena parte da população, há, sem dúvida, um elemento de intervencionismo externo, que está sendo realizado por atores bem conhecidos, como o bilionário George Soros e a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos.

Grupos de interesses estrangeiros estão salivando com o fato de que, sob um futuro governo, o Brasil será disponibilizado aos seus planos ambiciosos para tomar posse total de recursos naturais, especialmente a floresta amazônica, que tanto Lula quanto Dilma têm dado a grandes empresas agrícolas; e as reservas de petróleo do pré-sal.

O escândalo da Petrobras, a gigante brasileira de petróleo, foi o início da atual crise económica e política. O vazamento de informações relacionadas com a pilhagem do país veio diretamente de um esforço de espionagem da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA), que incluiu a espionagem do telefone pessoal da presidente Dilma Rousseff.

O mesmo aconteceu com outros líderes mundiais, como Angela Merkel, cujo telefone também foi espionado pela NSA. Mudanças drásticas nas ações de políticos como Merkel deixou claro que agências de inteligência haviam reunido dados suficientes para chantageá-los a menos que apoiassem os seus planos para conquistar países onde eles não têm controle completo.

No Brasil, o sindicato do crime político ignorou inúmeros pedidos para juntar-se ao plano da elite global internacional, de entregar a nação nas mãos de grupos estrangeiros. Esses grupos estão agora aproveitando a oportunidade para destruir o país com o vazamento de informações sobre os esquemas corruptos da Petrobras, a negligência financeira do governo e uma longa lista de crimes que envolve centenas de políticos.

A luta política e econômica atual no Brasil é a versão moderna de como um país e seu povo são destruidos, enquanto eles estão distraídos brigando uns contra os outros.

O mesmo modus operandi foi usado em outros países ocidentais, onde o governo aproveitou para promulgar e instalar medidas draconianas.

França e Bélgica são dois exemplos claros do caso descrito acima. Ambos os países foram manipulados por casos de terrorismo sintético e seus governos estão, agora, patrocinando políticas anti-humanas. O mesmo pode ser dito sobre a Venezuela, Colômbia e outros países do hemisfério sul.

Aqueles que pensam que o Brasil será um país melhor só porque Dilma Rousseff está fora do governo, ou porque Lula pode ser impedido de concorrer a um cargo em 2018, são, descaradamente, ignorantes. O mesmo pode ser dito de quem acha que Aécio Neves ou Marina Silva são soluções reais para o problema do PT, já que eles são controlados pelo próprio Soros.

Há um grande número de palavras que podem ser utilizadas para descrever o processo de impedimento atual, mas um golpe não é um deles. O clamor popular por uma mudança significativa na forma em que o governo funciona nunca poderá ser considerado um golpe.

Os brasileiros precisam aprender a ser mais sofisticados ao tentarem entender o que está acontecendo em seu país. Não é tão simples como um “golpe de Estado moderno” ou um caso de vingança política. Ao contrário, é uma luta, uma batalha em uma longa guerra que vai decidir quem controla a plantação: o sindicato criminoso local ou um grupo de conquistadores estrangeiros.

About the author: Luis R. Miranda

Luis Miranda is an award-winning journalist and the Founder and Editor of The Real Agenda News. His career spans over 20 years and almost every form of news media. He writes about environmentalism, geopolitics, globalisation, health, corporate control of government, immigration and banking cartels. Luis has worked as a news reporter, On-air personality for Live news programs, script writer, producer and co-producer on broadcast news.

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