|Wednesday, June 19, 2019
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Perdemos de vista o verdadeiro significado da investigação da colusão russa? 


colusão russa

Robert Mueller  foi um instrumento -intencional ou não- para realizar o plano de Donald J. Trump de “drenar o pântano”?

A investigação de Mueller foi uma tentativa de desmascarar as práticas traiçoeiras do governo paralelo contra um presidente legitimamente eleito, além de uma investigação sobre a suposta colusão russa?

Se não foi, funcionou muito bem para a administração Trump. 

Apesar das constantes acusações infundadas dos democratas e da grande mídia, Trump conseguiu sobreviver a dois anos de fraude pública em relação a sua suposta cumplicidade com a Rússia.

Agora, depois de 22 meses de investigações, devemos lembrar que houve colusão de fato, exceto que tal colusão se originou na campanha de Hillary Clinton, mesmo antes do início da eleição de 2016.

Ninguém mais lembra, mas foi o Departamento de Estado de Hillary Clinton que deu à Rússia o controle do suprimento de urânio dos EUA. 

Segundo a NPR, foi Barack Obama quem aprovou o acordo em que a Rosatom, empresa estatal de mineração da Rússia, adquiriu a Uranium One, uma mineradora canadense com direito de extrair urânio do território Americano. 

Esse acordo nunca teve o tipo de escrutínio que os supostos escândalos sexuais de Trump tiveram durante as eleições e além, até 2019.

Ninguém mais lembra de que Hillary Clinton errou, para colocar gentilmente, ao usar contas de e-mails sensíveis relacionados à segurança nacional. 

Nem Robert Mueller nem o diretor do FBI, James Comey, deram o tipo de escrutínio ao escândalo dos e-mails de Clinton como fizeram com a suposta colisão entre Trump e a Rússia, embora houvesse evidências comprovadas e claras irregularidades. Clinton foi convenientemente liberada de toda a responsabilidade por Comey depois que ele inverteu o significado de suas descobertas.

Os dois escândalos anteriores que o “Deep State” tentou esconder revelaram muito mais sobre o pântano de Washington do que as alegações de colisão entre Trump, sua campanha ou alguém que o conhecia, com a Rússia. As alegações apareceram depois que surgiram relatos de que algumas pessoas próximas a Trump haviam se encontrado com um embaixador da Rússia e outros empresários, que a mídia obedientemente pintou como suspeitos.

Tendo perdido a eleição e em uma clara tentativa de se vingar, os democratas forneceram todas as armas que a grande mídia precisava para fazer uma tempestade em um copo de água.

A mídia publicou alegações após alegações sem mostrar provas, sem citar fontes confiáveis, que pessoas da campanha Trump e, talvez, até o próprio Trump haviam conspirado com a Rússia para vencer a eleição de 2016.

Depois veio o famoso, ou infame, Steele Dossiê, um conjunto de documentos que, como sabemos há meses, foram reunidos “por um ex-oficial da inteligência britânica contratado pela campanha de Hillary Clinton”, relata a National Review.

O Steele Dossiê não foi um escândalo apenas porque era falso, ou porque foi solicitado pela campanha de Clinton, mas, também, porque dava legitimidade, pelo menos aos olhos dos democratas no governo que o aceitavam sem nenhum questionamento, para realizar escutas telefônicas e espionar alguns aliados de Trump.

É claro que não poderia haver um escândalo político sem um escândalo sexual. 

Paralelamente à alegação de colisão com a Rússia, Trump também foi atacado pela mesma mídia de esquerda por causa de seus supostos casos com estrelas pornô. 

New York Times, CNN, MSNBC e outras mídias tradicionais publicaram detalhes sobre supostos pagamentos feitos por Trump e / ou a campanha Trump para Stormy Daniels, uma atriz pornô que alegou ter tido um relacionamento sexual com aquele homem.

Foi a palavra de Daniels contra a de Trump, mas em um mundo onde a mídia destaca a “toxicidade masculina” constantemente, o público deveria acreditar na estrela pornô e seu advogado corrupto, Michael Avenatti, que foi preso por tentar extorquir US $ 20 milhões da Nike, pegar o dinheiro de clientes e defraudar um banco.

Infelizmente, os falsos escândalos políticos e sexuais promovidos pelos democratas e pela grande mídia ecoaram além dos Estados Unidos. Centenas, senão milhares de casas de propaganda na Europa e na América Latina reproduziram, em vários idiomas, as mesmas mentiras que a mídia americana estava contando ao público.

Por que isso é ruim? Porque a primeira impressão é a que fica para a maioria das pessoas que consomem desinformação em todo o mundo. Em seus olhos, não haverá uma absolvição de Trump e seus aliados no tribunal da opinião pública. A imagem e reputação de Trump foram marcadas para sempre com um selo gigante que diz COLUSÃO, e não há justiça que limpe seus nomes.

Até hoje, a Wikipédia está repleta de desinformação sobre o “escândalo da colusão russa” e as pessoas continuarão a ler as mentiras colocadas pela mídia e pelos democratas pelas próximas décadas.

Após 2800 intimações, 500 testemunhas, 500 mandados de busca, 230 registros de comunicações, 50 escutas telefônicas, 13 pedidos de inteligência do governo estrangeiro e o trabalho de 40 agentes do FBI durante 675 dias, o relatório Mueller foi claro: Nem Donald J. Trump nem ninguém por perto dele tentou ou conspirou com qualquer russo para vencer a eleição de 2016. 

Não há evidências de que Trump pretendesse obstruir a investigação do Mueller, uma afirmação feita pelos democratas e pela mídia depois que rumores de que não havia nenhum tipo de colusão começaram a circular em Washington.

O resultado do relatório Muller é algo que, aparentemente, todos perdemos de vista desde o início: o relatório Mueller revelou detalhes da tentativa de perdedores na grande mídia e do Comitê Nacional Democrata de usurpar o poder do governo dos EUA para mudar o resultado de uma eleição que eles perderam de forma justa e direta, difamar um presidente dos Estados Unidos com rumores e falsas acusações de casos extraconjugais, colusão e escândalos de obstrução enquanto eles mesmos eram os autores de um golpe de estado político.

O que é pior do que tudo isso é que quase ninguém está exigindo uma investigação completa dos crimes cometidos por Hillary Clinton, pelos democratas e pela mídia. 

Enquanto gigantes da tecnologia como Apple, Google, Facebook, Instagram e outras censuram usuários por discordarem com a narrativa política que eles querem impor, a grande mídia apoiou uma tentativa de subverter o poder de um presidente legalmente eleito. Nenhuma investigação está sendo conduzida sobre quem são as pessoas por trás desse golpe, tanto na mídia quanto na política. 

Uma semana depois que o Procurador Geral dos EUA apresentou um resumo das conclusões de Robert Mueller, ainda há pessoas na mídia e democratas no Congresso – Adam Schiff e Maxine Waters – que, depois de apoiarem plenamente a investigação de Mueller por anos, agora reivindicam que tal investigação não é válida. 

O motivo de sua desonestidade é o fato que perderam novamente. Eles perderam as eleições de 2016 e perderam a única chance de voltar para a Casa Branca por meio de um golpe de estado.

A mesma mídia e os mesmos democratas que acusaram Trump de conspirar com a Rússia como meio de vencer a eleição de 2016 são as mesmas pessoas que dizem ao público que não há emergência na fronteira sul americana e que proteger a fronteira é “racismo”. 

Eles são os remanescentes de uma estrutura de poder decadente, embora ainda venenosa, que tem agentes em todo o governo americano e que continuarão a representar uma ameaça à democracia representativa. 

Estas são as mesmas pessoas que agora querem que o Colégio Eleitoral seja abolido porque elas realmente não se importam com a representação real de todos os americanos que votam a cada quatro anos. Eles só se importam com o poder.

Da mesma maneira que esquerdistas e socialistas assumiram o controle do Brasil desde a década de 1960 e até o ano passado, infiltrando o sistema educacional e a burocracia em geral, os democratas nos Estados Unidos querem chegar ao poder e ficar lá para sempre. 

É por isso que eles são a favor de fronteiras abertas, de deixar que milhões de ilegais entrem no país, proporcionando-lhes o privilégio de votar e de abolir o Colégio Eleitoral, porque tudo isso garante um poder perpétuo na Câmara dos Representantes, no Senado e na Casa Branca.

A questão agora é como impedir que outro falso escândalo dessa magnitude aconteça, como evitar outra tentativa de golpe. A resposta é simples: o governo americano deve caçar e processar cada pessoa envolvida no golpe político contra a administração Trump, para que futuras tentativas de traição para usurpar o poder contra qualquer presidente, quer seja democrata, republicano ou independente, sejam mais difíceis de serem realizadas

Eu não iria segurar minha respiração enquanto esperasse isso acontecer.

Como explicado por Gregg Jarret, o embuste da colusão russa foi uma tentativa de absolver Hillary Clinton, culpar Donald Trump e fazer da Rússia o bode expiatório e o próximo grande inimigo contra quem os EUA inevitavelmente teriam que ir para a guerra.

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About the author: Luis R. Miranda

Luis Miranda is an award-winning journalist and the Founder and Editor of The Real Agenda News. His career spans over 20 years and almost every form of news media. He writes about environmentalism, geopolitics, globalisation, health, corporate control of government, immigration and banking cartels. Luis has worked as a news reporter, On-air personality for Live news programs, script writer, producer and co-producer on broadcast news.

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