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Por que as eleições de outubro no Brasil não são importantes 


Brasil

A

s eleições não têm importância, em nenhum lugar. Votar não é importante, em nenhum lugar.

Se as eleições importassem, no grande esquema da vida política, elas nunca seriam realizadas.

As eleições são uma ilusão vendida por vendedores muito inteligentes.

Se votar importasse, já teria sido declarado ilegal.

Votar é uma ilusão, assim como as eleições.

O suposto voto popular é uma cortina de fumaça que esconde a casa dos horrores conhecida como POLÍTICA.

O Brasil não é novo a esta realidade, mas os brasileiros têm uma memória muito curta.

A divindade de votar é uma crença, mas, em alguns países como o Brasil, o governo força seus cidadãos a votar.

Por quê?

Por que votar garante a existência do modelo de controle onde tudo funciona igual, sempre. Esse modelo prioriza o governo sobre as pessoas, embora as pessoas são as que o criaram e o deram legitimidade.

Votar em eleições ainda existe por que é a forma mais simples de controlar as pessoas e mantê-las dóceis.

As pessoas acham que votar por um ou por outro fará uma grande diferença, mas, na verdade, não há diferença.

A maioria das pessoas que votam por um candidato ou por outro, acreditam que esse candidato é o melhor porque é quem melhor representa suas ideias e será quem melhor cuidará dos seus direitos, ou quem dará novos direitos.

Mas, as pessoas nem sabem que muitas das ideias que eles apoiam não são próprias e que seus cérebros foram doutrinados, de modo que pensam de uma maneira ou de outra.

A comunidade LGBT, por exemplo, vota usualmente por candidatos liberais, por que eles prometem outorgar mais direitos do que os candidatos conservadores.

A comunidade negra votou em massa por Barack Obama por que ele era a esperança de que o primeiro presidente negro fosse trazer melhores condições para tal grupo.

Os Latinos, em lugares onde são minoria, votam, quase sempre, em um candidato Latino, mesmo que este não seja o melhor da lista, pois pensam que ele ou ela cuidará melhor dos seus direitos e melhorará a sua condição de vida.

Em outras palavras, os eleitores dão a sua confiança a um indivíduo para que governe as suas vidas, porque eles não sabem como fazer isso.

Votar em eleições, usualmente, gira em torno de defender “direitos” existentes ou receber novos “direitos”.

Os votantes estão acostumados a pensar que certo candidato irá proteger melhor seus “direitos” e/ou lhes privilegiará com novos.

Os eleitores não se dão conta que direitos são apenas ideias e que tais ideias não existem. São criadas a partir da estrutura de poder que controla o governo, qualquer governo, para mantê-los obedientes.

Se eu for o criador e o fornecedor de “direitos”, eu terei o controle. Eu posso conceder e, também, retirar tal direito. Por isso, o governo lhe concede o direito ao voto. Por isso, o governo conta os votos.

Seus direitos existem enquanto eles favorecem o governo e a estrutura de poder que o controla. Mas “direitos” não seriam “direitos” se podem ser tirados de você a qualquer momento.

Se todos tivermos direito à vida, não haveria abortos. Se todos tivermos direito a uma educação de qualidade, não haveria escolas ruins. Mas, existem escolas ruins e abortos são realizados de forma legal e ilegal.

O mesmo governo que diz que a vida é um direito, financia o aborto, que é um procedimento que acaba com a vida de um ser vivo.

O que os eleitores têm não são direitos, mas privilégios disfarçados de direitos.

Por quê? Por que os privilégios podem ser mantidos temporariamente e retirados quando for conveniente ao governo.

A única coisa que o governo e a estrutura de poder por trás do governo tem interesse em fazer é controlar e expandir esse controle.

Se existir um direito que o povo brasileiro deveria ter, é o direito a pensar criticamente, mas, é claro, que o governo nunca outorgaria tal direito.

Como o governo nunca concederá esse direito, os brasileiros devem tomá-lo.

Nos Estados Unidos, por exemplo, as pessoas são igualmente enganadas, com a grande diferença de que lá, os americanos são mantidos em um estado contínuo de prosperidade artificial generalizada para “protegê-los” de si mesmos.

No Brasil, a coisa é diferente. Aqui, os políticos e a estrutura do poder não estão preocupados em saber  o que os faz os brasileiros dormirem o sono dos justos.

No Brasil, como nos Estados Unidos, os eleitores foram e continuam sendo subornados pelos políticos com suas promessas de campanha, mesmo tendo vivido mais de 30 anos em um completo engano.

Presidentes foram eleitos e impugnados. Políticos elitistas e socialistas foram votados pelos cidadãos. Mulheres e gays foram elevados a posições de poder; mas, nada mudou.

Por quê? Por que as eleições não importam. Por que votar não importa. Ambas ações são irrelevantes.

Votar e eleger são insignificantes quando quem se candidata é quem conta os votos.

Votar é e seguirá sendo sinônimo de perpetuar o atual sistema de governo que favorece a mesma estrutura de poder que existe há mais de 35 ou 50 anos.

Votar na eleição de outubro é equivalente a decidir qual elite manterá controle sobre a sua vida: a elite sócio-comunista, que acredita que o governo pode usar a violência para despojá-lo dos seus direitos e criando direitos para outros ou a elite oligarca, os banqueiros, que escravizam o povo através do seu sistema de dívida perpétua promulgada pelo governo, independente de qual partido político ou candidato esteja no poder.

O que os brasileiros precisam não é votar mas, entender que não há uma verdadeira opção e que votar pelo menos pior também não é uma opção válida.

Até o plano real, que tirou o Brasil de índices de inflação de mais de 1300%, tinha sido pré-cozido muito antes de ser apresentado por Fernando Henrique Cardoso.

É claro que esse plano daria certo, pois foi desenhado para tal. A pergunta é: para quem deu mais certo?

A briga entre socialistas e social-democratas é um paradigma falso. Ambos são de esquerda. Ambos pensam que o governo deve ser o centro de tudo.

Como George Carlin disse: É um sistema manipulado, um grande clube e você não faz parte dele.

Se você ainda não consegue entender a razão, assista a série de documentários da Brasil Paralelo intitulada “O Teatro das Tesouras“.

Abaixo, os quatro capítulos do documentário:

About the author: Luis R. Miranda

Luis Miranda is an award-winning journalist and the Founder and Editor of The Real Agenda News. His career spans over 20 years and almost every form of news media. He writes about environmentalism, geopolitics, globalisation, health, corporate control of government, immigration and banking cartels. Luis has worked as a news reporter, On-air personality for Live news programs, script writer, producer and co-producer on broadcast news.

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