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Tradução: Luis R. Miranda

Médicos dizem que o que pode parecer divertido e inocente para adolescentes pode realmente ser um caminho que conduz ao que é chamado “Depressão Facebook.”

Se você é um adolescente é mais provável que você esteja em um site de redes sociais como o Facebook. Para a maioria é um divertimento e fácil para manter contato e saber o que está acontecendo com seus amigos. Mas uma nova pesquisa mostra um número crescente de jovens que estão obcecados com sites online e que isto pode ser o início de um caminho problemático.

A Academia Americana de Pediatria, alerta para um problema chamado “Depressão e Facebook.” É o resultado de ser bombardeados com relatos de amigos, atualizações e fotos de pessoas felizes no auge de suas vidas quando na realidade não é assim.

“Se eu estou triste ou algo assim e eu estou sozinha em casa, vejo fotos de pessoas que estão se divertindo, e digo que bom! … Isso é um pouco deprimente “, afirmou a estudante Elizabeth Kisch. Mas Kisch também disse que não presta muita atenção ao Facebook.

“É fácil comparar a gente com os outros quando você acabou de ver o que eles mostram na sua página do Facebook, que podem ou não coincidir com a realidade”, disse o Dr. Ken Ensroth, um psiquiatra de infância e adolescência.

Ensroth não acredita que sites de redes sociais causem depressão, mas diz que se a criança tem uma frágil auto-estima é mais fácil para eles cair em pensamentos de tristeza. Isso porque, para alguns, os sites podem ser vistos como um concurso de popularidade.

“Há uma verdadeira ênfase em certos aspectos … … … uma categoria de status”, disse Ensroth.

O médico também lembro que muito do que é publicado nos sites não é a realidade. O problema, diz ele, para alguns, é que o mundo das redes sociais se torna sua realidade.

Então como é que os pais sabem se a criança caiu em “Depressão no Facebook.” Ensroth diz que os pais precisam conversar com seus filhos, fazer perguntas e procurar sinais de que não são felizes.

“Dores de estômago, dores de cabeça … frases como: estou doente e não quero ir para a escola … pouca energia … cansaço … problemas para dormir”, disse ele.

Porque enquanto para a maioria dos adolescentes as redes sociais são uma experiência positiva, para outros pode tornar-se problemático e complicado.

Dr. Ensroth observa que há uma série de aspectos positivos do Facebook e outros sites de rede social. Os sites ajuda as crianças e da um lugar para compartilhar e fazer ligações. Ele também pode ajudar as crianças a se sentirem incluídas, onde de outra forma não poderiam se sentir assim.

Leia o relatório AAP aqui.

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