|Saturday, August 15, 2020
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O paradoxo Covid-19: simulação ou ficção? 


A nova década em que vivemos parece estar caminhando para um futuro social e tecnológico desastroso. As perguntas que mais e mais as pessoas se perguntam são se a vida é real ou se é uma simulação e se existe uma maneira de distinguir fato de ficção.

Um paradoxo é uma afirmação que, apesar de parecer razoável, porque se baseia em premissas aceitáveis, na verdade, leva a uma conclusão que parece absurda, logicamente inaceitável ou auto contraditória.

Vivemos em uma simulação, não no mundo real. O que percebemos é uma simulação. Isso é comprovado por experimentos em mecânica quântica. A realidade é subjetiva, não objetiva; portanto, não há uma realidade, mas muitas realidades; uma para cada um de nós de acordo com o que percebemos com os nossos cinco sentidos muito limitados e dentro da frequência visível do espectro da luz. Essa frequência visível do espectro é uma parte muito pequena do espectro de luz que existe e que os nossos cinco sentidos não podem ver, ouvir, sentir, cheirar ou provar.

Dessa maneira, acreditamos que algo existe porque podemos vê-lo, tocá-lo, observá-lo, cheirá-lo ou senti-lo. Mas e o resto que não podemos perceber? Existe?

Se eu dissesse que uma rede de informação que se espalha pelo ar e que transporta zeros e uns, informações, vídeo, áudio e texto existe, você acreditaria? Bem, não podemos perceber essa rede, certo? Mas existe. Chama-se Wi-fi. Porque, então, acreditamos em sua existência? Por causa da fé? Não. Porque existem outros elementos que nos permitem raciocinar e acreditar que essa rede existe. Esses elementos são, por exemplo, a Internet, os computadores e, é claro, o que vemos nas telas de dispositivos eletrônicos.

Nossos cinco sentidos não nos permitem ver o Wi-Fi. Pode ser visto se usarmos equipamentos especiais, mas não com nossos próprios olhos.

Assim como o Wi-fi, existem coisas que não vemos, tocamos, sentimos, ouvimos ou sentimos o gosto, mas que existem em outras realidades.

Se uma árvore cai em uma floresta e estamos perto de onde ela cai, nós a percebemos e aquela árvore, aquela floresta e o barulho que a árvore faz ao cair é real. Mas, se a árvore cai a 20 quilômetros de distância, não podemos percebê-la; portanto, não é real, nem a sua queda no meio da floresta.

Apresento este exemplo para que, antes de decidir se algo existe, ou se algo é verdadeiro ou não, você leve em consideração que existem muitas realidades além do que os nossos cinco sentidos nos permitem perceber. Só porque não vemos, tocamos, cheiramos, ouvimos ou provamos algo, não significa que isto não exista. De fato, dado o gráfico na imagem abaixo, é muito provável que o desconhecido exista devido ao nosso espectro limitado de percepção.

Se lembrarmos que neste mundo “físico” somos apenas energia, percebemos que existem muitas outras formas de energia em nosso espectro visível e em outras que são invisíveis para nós. Se entendermos que a energia não desaparece, mas que é transformada, poderíamos entender que é muito possível que o que chamamos de “realidade” seja apenas uma simulação do que percebemos.

Foi isso que vários cientistas, incluindo Dr. Rich Terrile, diretor do Centro de Computação Evolucionária e Design Automatizado do Laboratório de Propulsão da NASA, propuseram. Terrile diz que “todos nós podemos ser a criação de um programador de computadores cósmico”. A versão de Terrile é apoiada por Bill Hicks, que disse que “todos somos uma consciência subjetivamente experimentada, não há morte, a vida é apenas um sonho e somos a imaginação de nós mesmos”.

Nick Bostrom, professor de filosofia da Universidade de Oxford e diretor do Instituto para o Futuro da Humanidade compartilha da mesma teoria. Bostrom deu muitas conferências sobre Simulação Teórica, onde ele afirma que podemos viver em um mundo composto de realidade digital, algo como no filme Matrix.

No momento, os supercomputadores mais rápidos estão girando, aproximadamente, o dobro da velocidade do cérebro humano. Se um cálculo simples for feito usando a Lei de Moore que afirma que os computadores dobram sua energia a cada dois anos será verificado que esses supercomputadores, dentro de uma década, terão a capacidade de calcular uma vida útil completa de 80 anos, incluindo todos os pensamentos concebidos naquela vida, no espaço de um mês.

A realidade do coronavírus

A propósito, falando de coisas imaginárias, alguém viu provas de que o coronavírus existe? Alguém já isolou o vírus de uma amostra de tecido humano e o mostrou em vídeo, documentos ou imagens? Alguém viu os resultados dos protocolos que devem ser seguidos para demonstrar a existência de um patógeno em uma amostra de tecido humano?

Em 1890, Dr. Robert Koch, que também era bacteriologista, desenvolveu 4 postulados que se tornaram o padrão para a análise de um patógeno e se tal patógeno causa doenças. O primeiro postulado é que todos os pacientes devem ter os mesmos sintomas para serem determinados como infectados com um único patógeno. O segundo é que o patógeno deve ser isolado para provar sua existência. O terceiro é que esse patógeno deve ser injetado em um ser vivo para provar que causa uma doença; e o quarto, que material genético deve ser retirado dos seres vivos injetados com o patógeno para tentar infectar outro ser vivo a fim de verificar se tal infecção ocorreu novamente em outro ser vivo.

Esse processo NÃO foi realizado na análise do vírus que, supostamente, causa o COVID-19. Os experimentos usaram tecido humano e descobriram material genético (RNA) conhecido por existir no tecido pulmonar. O material genético coletado não está deixando as pessoas doentes, porque é parte integrante do mapa genético humano. É por isso que existem tantos resultados positivos nas avaliações feitas para demonstrar a avaliação da infecção por coronavírus. Tal descoberta não significa que este vírus tenha sido isolado e encontrado no tecido humano ou que cause COVID-19.

Os chineses foram os primeiros a dizer que milhares de pessoas contraíram COVID-19, mas seu diagnóstico foi baseado em sintomas, não no isolamento do vírus e na verificação de sua existência no tecido humano de acordo com os postulados anteriormente descritos.

Quais são os sintomas usados ​​para determinar se alguém está infectado?

Sintomas típicos da gripe comum que, em muitos casos, tornam praticamente impossível detectar se o paciente está com gripe ou alguma outra complicação de saúde.

Os chineses começaram a avaliar a existência do COVID-19 com um tipo de teste chamado RT-PCR, que o FDA dos Estados Unidos diz ser “um teste de reação em cadeia de polimerase com transcrição reversa em tempo real (rRT-). O teste de PCR é usado para a detecção qualitativa de ácido nucleico do SARS-CoV-2 em amostras respiratórias superiores e inferiores, como, por exemplo, em swabs nasais, swabs nasofaríngeas ou orofaríngeas, escarro, trato respiratório inferior aspirado, lavagem broncoalveolar e lavagem / aspirado nasofaríngeo ou aspirado nasal coletados de indivíduos suspeitos de COVID-19 “

O problema desse teste é que, de acordo com seu criador, Kary Mullis, que o produziu em 1994, o teste RT-PCR não deve ser usado para diagnosticar doenças infecciosas porque não foi criado para esse fim. Além de não ter sido criado para detectar doenças infecciosas, o teste de RT-PCR não é capaz de quantificar o patógeno suspeito existente em uma amostra de tecido humano.

É importante deixar claro que, para um vírus infectar seriamente um ser vivo, ele precisa estar presente em quantidades gigantescas. Isso, também, não foi demonstrado por nenhum cientista ou médico, uma vez que o teste usado para realizar tal avaliação não tem capacidade para detectar a presença do patógeno, muito menos para determinar sua quantidade existente.

O resultado dessa situação é que todas as pessoas que apresentaram sintomas da gripe comum começaram a ser diagnosticadas com o COVID-19 devido a seus sintomas e não porque se sabe, ao certo, que a doença é causada por um vírus ou que tal vírus realmente existe.

Eventualmente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) que, por sinal, é massivamente apoiada pelo magnata Bill Gates – o segundo maior contribuinte em dinheiro da OMS – atribuiu ao suposto vírus que causa o COVID-19 o papel do patógeno que teria iniciado a Pandemia do Covid-19.

Bill Gates é um suposto filantrópico que financia pesquisas sobre vacinas para doenças suspeitas. Ele, também, promove campanhas massivas de vacinação em países do terceiro mundo. Em 2015, Gates alertou que o mundo sofreria, em breve, uma pandemia do tipo que estamos enfrentando hoje. Seria Gates um visionário? Talvez, mas é importante saber que o Sr. Gates possui uma patente para uma das cepas do coronavírus e está promovendo, amplamente, o desenvolvimento de uma vacina para inocular a população mundial contra o suposto vírus que está causando o COVID-19.

Atualmente, Gates está construindo instalações em diferentes países para a produção em massa da vacina contra o coronavírus. Isso mostra que existe um incentivo financeiro para que essa suposta pandemia seja aceita como tal.

O Dr. Anthony Fauci, que acompanha Donald Trump em suas conferências de imprensa, faz parte do Conselho de Liderança para o Plano de Ação Global de Vacinas iniciado pela Fundação Bill Gates e Melinda Gates. Por que Fauci gostaria que a economia estagnasse e que o bloqueio continuasse? Para ajudar seu amigo Bill a vender sua milagrosa nova vacina contra o coronavírus?

Gates é conhecido, também, por sua intenção de despovoar o planeta porque, segundo ele, somos um mundo superpopuloso. Supondo que Gates esteja certo sobre a superpopulação, o extermínio em massa de pessoas com o uso de alguma forma de tecnologia ou a simulação de uma pandemia para inocular o mundo, o que o ajudaria a alcançar seu objetivo de despovoar o planeta e ganhar bilhões de dólares como resultado disso, é, absolutamente, horrendo.

O sucesso dessa suposta pandemia depende do controle que aqueles por trás deste evento têm da percepção das pessoas em relação ao Covid-19. Esse processo é auxiliado pela mídia, que obtém grande parte de sua receita dos grandes conglomerados corporativos, especialmente, as empresas farmacêuticas.

Então, o COVID-19 é uma doença real ou um evento de gerenciamento de percepção controlado por quem o produz para justificar uma agenda de despovoamento global ou uma vacinação em massa?

Lembremos que muitos de nossos direitos individuais e constitucionais foram violados como conseqüência do suposto evento da Pandemia do COVID-19. Os governos limitaram a liberdade de movimento, aglomerações de qualquer tipo e, até, a liberdade de expressão a fim de proteger todos nós do COVID-19. Tudo, desde adquirir financiamento, lidar com o aumento do desemprego em uma economia em declínio até a limitar o que lemos, foi restrito.

O chamado coronavírus ajudou a afirmar o poder da elite que governa o planeta. Um suposto vírus que veio de um lugar desconhecido justificou e, aparentemente, deu legitimidade aos governos nacionais, que, trabalhando a serviço da elite, impuseram medidas inconstitucionais e ilegais para acelerar a implementação de um sistema de controle centralizado total.

E dizem que tudo isso é para o “bem comum”. É feito para parar a pandemia, nos dizem. Tudo é feito para que possamos retornar à normalidade o mais rápido possível.

Mas, quando é “o mais rápido possível”?

Qual será essa normalidade? Será um novo normal com mudanças significativas? É o velho normal?

Empresas e “filantrópicos” já estão se preparando para trazer “soluções” para o problema. PROBLEMA, REAÇÃO, SOLUÇÃO. A Apple e o Google oferecem um aplicativo para nos monitorar o tempo todo, sob a desculpa de que precisam saber onde estamos e se representamos uma ameaça para o resto da população caso estejamos infectados com o COVID-19.

A solução apresentada por alguns políticos e médicos é obrigar as pessoas a portarem um cartão de imunidade que será entregue apenas àqueles que tomarem a vacina. Só eles poderiam sair de casa, trabalhar e receber ajuda do Estado. Os que não cumprirem com tais regras terão que ficar em casa, incapazes de trabalhar e confinados até que eles digam quando puderem sair.

A sopa eletromagnética

Uma coisa certa é que vivemos em um mundo bombardeado por radiofrequências de várias magnitudes, uma sopa de radiação que nos ataca todos os dias. No momento, Elon Musk está colocando satélites em baixas altitudes na atmosfera para irradiar o planeta com frequências 5G. Musk quer colocar 42.000 satélites na atmosfera em um futuro próximo.

Por que é importante saber disso?

Porque a radiação emitida pela tecnologia 5G, a 60 Ghz, que será necessária para criar as chamadas Cidades Inteligentes e a chamada Internet das Coisas, absorve oxigênio no ar a uma taxa de 98%. E por que isso é importante? Porque quando o oxigênio é absorvido, ele desaparece do ar e, portanto, impede que as necessidades respiratórias dos seres humanos sejam atendidas.

O efeito da absorção de oxigênio pela energia emitida pelo sinal 5G é ainda maior a nível do solo, onde os seres humanos vivem. Além do oxigênio, as principais moléculas absorvidas incluem H2O, CO2 e O3.

O que a radiação emitida pela tecnologia 5G tem a ver com o coronavírus? Não é simplesmente uma teoria da conspiração. Médicos que analisaram o tecido humano dos pulmões de vítimas do suposto COVID-19 descrevem o estado dos pulmões como um tecido inflamado com várias amostras de coagulação sanguínea e, em sua própria descrição, parece que o oxigênio foi sugado do sangue.

Simplificando, os pulmões parecem ter sofrido depravação de oxigênio, o que, sem surpresa, causaria asfixia para uma pessoa que depende desse gás para sobreviver. Essa observação parece coincidir com a explicação dada acima sobre como o oxigênio interage com a frequência 5G a 60Ghz, tornando impossível para as pessoas inalarem o oxigênio necessário para viver.

É importante lembrar que os países com o maior número de pacientes doentes e mortos, que foram, supostamente, vítimas do COVID-19, como Estados Unidos, Itália e Espanha, estão na lista daqueles que implantaram a tecnologia 5G em grandes cidades onde a densidade populacional é maior. O contrário aconteceu em países onde há pouco uso da tecnologia 5G como, por exemplo, na África e, proporcionalmente, na América Latina.

Estudos demonstram que, do ponto de vista bioeletromagnético, os humanos nunca foram expostos à radiação na faixa de 60 GHz, porque essas frequências, que correspondem ao pico de absorção molecular de oxigênio, são altamente atenuadas na atmosfera.

A absorção de oxigênio pelas ondas de 60 GHz, basicamente, oscila e impede que o corpo absorva oxigênio. Os sintomas disso são o que vimos em Wuhan, onde as pessoas começaram a cair no chão no meio da rua. O mesmo foi observado em países como Equador na América do Sul.

O dano que a tecnologia 5G causa aos seres humanos é algo que foi descrito recentemente. Médicos de todo o mundo denunciaram os danos que essa tecnologia causa aos seres humanos e a descreveram dessa maneira.

“O lançamento do 5G é absolutamente insano”, diz o Dr. Martin Pall, dirigindo-se ao Instituto Nacional da Saúde.

“Permitir que essa tecnologia seja usada sem provar sua segurança é extremamente imprudente, já que as ondas milimétricas têm um efeito profundo em todas as partes do corpo humano”, diz o Professor Trevor Marshall, diretor da Autoimmunity Research Foundation na Califórnia.

“Os planos para emitir radiação 5G de onda milimetrada altamente penetrante do espaço certamente devem ser uma das maiores loucuras já concebidas pela humanidade. Não haverá lugar seguro para se viver”, disse Olga Sheean, ex-funcionária da OMS e autora do livro No Safe Place.

Como eles, cientistas, médicos, organizações ambientais e cidadãos de vários países estão pedindo o interrompimento urgente da implantação do 5G, incluindo radiação de satélites espaciais.

O 5G aumentará muito a exposição a esse tipo de radiação, além das redes de telecomunicações 2G, 3G e 4G. Foi demonstrado que a radiofrequência é prejudicial aos seres humanos e ao meio ambiente. A implantação do 5G é um experimento feito na humanidade e no meio ambiente definido como crime sob o direito internacional.

Os efeitos da radiação 5G nos seres humanos com problemas agudos e crônicos de saúde inclui doenças com risco de vida como câncer, doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e transtornos mentais, como depressão, ansiedade e aumento das tendências suicidas.

Existem grandes organizações que alertam sobre os perigos apresentados pelo 5G. A chamada internacional para parar o 5G na Terra e no espaço tinha recebido, aproximadamente, 31.300 assinaturas em 11 de janeiro de 2019.

Enquanto isso, os governos trabalham juntos para avançar na agenda daqueles que governam o planeta, vários níveis acima deles. A alegada pandemia do COVID-19 é um exemplo disso, independentemente da maneira como está sendo realizada.

NOTA: Este artigo não tem como objetivo informar o que pensar ou no que acreditar, mas fornecer informações que não podem ser obtidas na mídia tradicional para que você possa fazer sua própria conclusão.

O COVID-19 é real ou não? Isso vai depender da sua percepção da realidade. Eu não lhe culpo se concluir que a realidade se assemelha muito à ficção.

Quem decide sobre a vida humana, sobre controlá-la ou eliminá-la?

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About the author: Luis R. Miranda

Luis R. Miranda is an award-winning journalist and the founder & editor of The Real Agenda News. His career spans over 23 years in every form of news media. He writes about environmentalism, education, technology, science, health, immigration and other current affairs. Luis has worked as on-air talent, news reporter, television producer, and news writer.

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