Comer é um prazer, mas muitos séculos atrás, não era a primeira razão pela qual as pessoas se alimentavam.

A primeira justificativa que levava uma pessoa a comer era a sobrevivência.

Mas se considerarmos o que comemos hoje, e pararmos para pensar cuidadosamente sobre a resposta, certamente surgirão muitas razões que levarão a pessoa a comer além da fome.

Uma dessas razões tem uma relação muito próxima com as emoções.

Muitas pessoas sofrem de fome emocional, um verdadeiro transtorno alimentar que usa a comida como uma “solução” para lidar com o que sentem, especialmente quando esses sentimentos são desconfortáveis.

Ou seja, comer é usado para gerenciar emoções negativas, mas de maneira errada.

Vamos dar um exemplo: uma pessoa se sente emocionalmente vulnerável e coloca o foco em algo externo, neste caso, comida.

Se você tem um conflito de trabalho, família ou casal, se você se sentir frustrado, não lhe ocorre correr, mas comprar chocolate.

A fome emocional é aquela sensação que faz as pessoas comerem sem nenhum motivo. Não há fome real, não há razão para comer.

É um estado de “confusão interna”.

Por que comemos por impulso?

Tédio, solidão, estresse, ansiedade, tristeza, raiva, depressão ou baixa auto-estima são algumas das emoções e situações que mais frequentemente levam a pessoa à medida que ela, impulsivamente e sem olhar para as conseqüências, engole comida.

No entanto, também pode ser dito que a pessoa associa conforto e prazer com comida. Por exemplo, você não pode parar de comprar pipoca quando vai ao cinema.

Além da má administração emocional, esse tipo de fome também é comum em pessoas que experimentaram muitas dietas que vivenciam o fracasso diante delas ou de pessoas muito exigentes com sua maneira de comer que chega a um nível de frustração.

Por outro lado, uma rotina ruim também aumenta as chances de fome emocional.

É verdade que há uma calma momentânea, mas o problema ainda está lá, e as conseqüências físicas e psicológicas são maiores.

Entre as consequências físicas, as mais importantes são a obesidade, fator de risco para múltiplas doenças, como cardiovasculares e diabéticas, entre outras, bem como a possibilidade de sofrer de outros transtornos alimentares, como transtorno da compulsão alimentar periódica, bulimia ou anorexia.

Como saber se é um impulso?

Sentir fome não é o mesmo que estar com fome.

Se entrarmos em mais detalhes, existem outras características que podem ajudar a distingui-lo.

O desejo de comer aparece de repente, ao contrário da fome real, que aparece gradualmente.

Ele exige alimentos altamente calóricos. A pessoa não vai comer 1 kg de brócolis, mas provavelmente comerá 5 rosquinhas.

Com fome emocional, temos desejos por comida específica.

Com fome real, você se sente bem quando termina de comer, mas com fome emocional, sente culpa, vergonha e insatisfação.

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