|Thursday, August 17, 2017
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Veneno Não é Bom para Você, Mesmo em Pequenas Doses 

Sirya

Uma prática não tão recente da mídia e da medicina convencional diz que invenções, tais como vacinas ou outros produtos fabricados por grandes multinacionais são seguras, ou que não são tão perigosos para as pessoas porque as doses dos produtos químicos presentes são muito baixas.

É importante salientar que nenhum produto químico tóxico nunca foi cientificamente provado seguro para uso humano através de ingestão, injeção, inalação e pulverização.

Ingerir, inalar, injetar ou espalhar produtos químicos tóxicos somente porque a quantidade é baixa, não é apenas ilógico, como, também, igualmente perigoso para aqueles que usam tais produtos.

O perigo de adoecer ou morrer devido à exposição a produtos químicos tóxicos em alimentos, produtos de limpeza ou aqueles utilizados em vacinas, por exemplo, é ampliado quando o produto combina centenas de substâncias químicas tóxicas que, raramente, estão listadas nos rótulos.

Vamos pegar as vacinas como exemplo. A vacina contra a gripe contém 25.000 vezes mais mercúrio do que é legalmente permitido na água potável. No entanto, essas vacinas são fornecidas como ferramentas “seguras” para combater a doença. Muitos rótulos de vacina alertam que elas não foram testadas para os potenciais efeitos cancerígenos.

Não é incomum encontrar centenas de sites de pesquisadores e de pais de crianças ou parentes que foram severamente prejudicados por vacinas, mas poucos foram capazes de explicar sucintamente porque não é uma boa idéia injetar produtos químicos venenosos em uma criança ou em um adulto. As melhores dez razões para não vacinar foram apresentadas, recentemente, por Michelle Goldstein, em Vactruth.com.

“Uma vez vacinado, os potenciais efeitos colaterais não podem ser facilmente desfeitos. Estes incluem morte, síndrome da morte súbita infantil, doenças auto-imunes, doença inflamatória intestinal, alergias, asma, autismo, síndrome de Guillian-Barré e outros danos neurológicos “, explica Goldstein, uma terapeuta da saúde mental que trabalha com medicina holística.

Goldstein fornece dez razões fundamentais que todos os pais e os adultos devem considerar e pesquisa antes de decidirem sobre a vacinação:

As vacinas nunca foram comprovadas seguras ou eficazes. Isso, por si só, deveria levantar questões suficientes para quem deseja utilizar as chamadas imunizações.

As vacinas NÃO funcionam. Se a primeira razão não foi suficiente para fazer você questionar vacinas, esta deveria. Como explicado por muitos profissionais da saúde, as vacinas inibem a reação imunológica natural do organismo para lidar com a doença, além de poluir o corpo de uma criança com quantidades, muitas vezes, desconhecidas de produtos químicos perigosos.

A primeira vacina foi um desastre. Como muitos outros mitos, a eficácia e a segurança das vacinas vêm das mentes dos estabelecimentos da medicina moderna que foram assumidas por organizações como a Rockefeller, a Ford e a Fundação Bill e Melinda Gates. A propósito, estas organizações foram criações da indústria do petróleo, cujos subprodutos são encontrados na água potável e, é claro, nas vacinas.

As vacinas são altamente lucrativas para as empresas farmacêuticas e para o setor da saúde. Isto significa que, mesmo que as vacinas fossem eficazes, o que elas não são, o lucro supera a segurança, razão pela qual as pandemias, como o H1N1 e o Ebola, geralmente, resultam em milhares de milhões de dólares em lucros para a indústria farmacêutica, que também é favorecida por Rockefeller e outras organizações “ filantrópicas ”.

Todas as vacinas contêm uma série de venenos tóxicos e produtos químicos que estão ligados a danos neurológicos graves, incluindo alumínio, timerosal (mercúrio metilado), antibióticos, glutamato monossódico (MSG) e formaldeído. Quantas vezes você já pensou em injetar a si mesmo ou seus filhos com anti-congelante, chumbo, cádmio, glicerina ou acetona? Bem, estes ingredientes também são encontrados em vacinas.

Todos os estudos conduzidos independentemente e que compararam crianças vacinadas e não vacinadas demonstram que crianças não vacinadas desfrutam de uma saúde melhor. Este é um dos pontos que não é compreendido por aqueles que são a favor das vacinas. Eles querem decretar que todos os adultos e crianças sejam vacinados, apesar das não vacinadas terem uma melhor saúde do que aquelas cujos sistemas imunológicos foram contaminados com vacinas.

As vacinas causam uma série de “doenças crônicas, incuráveis e com risco de vida”, incluindo autismo, asma, desordens auto-imunes, síndrome de Guillain-Barré, alergias alimentares e danos cerebrais. A propósito, se você não acredita, pergunte-se por que os países criaram o “tribunal da vacina”? Tribunais de vacina são entidades criadas pelas agências governamentais e pela indústria farmacêutica para lidar com ações judiciais movidas por pais de crianças que foram prejudicados por vacinas. Embora a existência destes tribunais é amplamente desconhecida, a verdade é que eles pagaram milhões de dólares em compensação às famílias que foram afetadas por vacinas.

Cientificamente falando, a única maneira de criar uma verdadeira imunidade ao longo da vida a uma doença é através da exposição natural à doença em que o organismo cria anticorpos verdadeiros.

Vacinas matam bebês, crianças e adultos. Mesmo que as indústrias farmacêuticas digam que seus produtos são seguros ou como a sua segurança foi analisada pelas autoridades de saúde. Qualquer estudo conduzido pela indústria farmacêutica que é, posteriormente, submetido a organizações de saúde do governo nunca vai ser realizado objetivamente. Lembre-se que as empresas farmacêuticas escrevem suas próprias regras e conduzem os seus próprios estudos de segurança e eficácia. O que você pode esperar disso?

Talvez a principal razão que explica porque as vacinas não são confiáveis ​​é o fato de que, se você ou um ente querido sofre de uma lesão originada pela vacina, as empresas farmacêuticas e os médicos não detêm responsabilidade médica. Você conhece algum outro setor em que as empresas não são responsáveis ​​por defeitos ou danos que resultam do mau desempenho de seus produtos? E conhece alguma indústria que tem responsabilidade zero por danos causados ​​por seus produtos? Não há nenhuma. Esse privilégio é, somente, reservado à indústria farmacêutica.

Outro caso de “pequenas e insignificantes exposições” a produtos químicos perigosos é a comida, que é carregada com conservantes sintéticos, corantes e aromatizantes.

Se você precisa ver na televisão para acreditar, aqui está uma reportagem da CNN em que é explicado como 7 produtos químicos que são entendidos como seguro para o consumo humano pelas autoridades de saúde são realmente venenosos para aqueles que os ingerem. Entre eles estão: azodicarbonamida, utilizado no pão. Tartrazina, um corante artificial utilizado em milhares de produtos alimentares. Ele é mais conhecido como corante amarelo Yellow 5 e 6.

Outra combinação tóxica é a de galato de propil e hidroxitolueno butilado. Ambos são usados ​​como conservantes para evitar que alimentos processados estraguem e aumentar o prazo de validade do produto. Juntamente com estes dois está o nitrito de sódio, que é utilizado para a conservação e coloração de embutidos.

Em seguida vem o trata-terc-butil-hidroquinona, que é uma forma de butano. É adicionado à bolachas crakers, batatas fritas e alguns tipos de fast food. Do mesmo modo, o dióxido de silício é adicionado a “sopas em pó e a outros alimentos em pó. É, também, usado como um repelente de insectos removendo a película oleosa que cobre o corpo de um inseto fazendo com que o ele seque e morra”.

Este artigo concentrou-se em vacinas e alguns produtos químicos desconhecidos adicionados a alimentos e deixou de fora alguns infratores tradicionais, tais como BPA, MSG, óleos hidrogenados e aspartame porque já foi escrito sobre eles antes. Também, porque as vacinas e os alimentos são popularmente isentos de controle sob a desculpa de que as pequenas quantidades de produtos químicos que eles contêm são facilmente eliminados pelo corpo humano, o que também é uma mentira. É importante lembrar que, mesmo que os nossos corpos tivessem a capacidade de se livrarem de alguns produtos químicos, os danos causados ​​por eles ocorreriam antes de serem excretados.

Com tanta terra disponível para plantar alimentos limpos e muita tecnologia disponível para criar medicamentos que realmente beneficiem a nossa saúde, é mais do que chocante saber que existem pessoas que ainda acreditam nas soluções do século 19 para seus problemas de saúde ou que as pessoas preferem consumir produtos alimentares que são contaminados com centenas de substâncias tóxicas, apesar dos seus perigos à saúde.

Saber o que fazer sobre os produtos químicos em vacinas e alimentos é tão simples como perguntar a si mesmo a seguinte pergunta: Eu, voluntariamente, ingeriria mercúrio, formaldeído, anti-congelante, chumbo ou cádmio? Se a resposta for NÃO, seria necessário perguntar, então,  por que ingerir estes e outros produtos químicos nos alimentos ou injetá-los em uma criança ou em um adulto? Se a resposta for SIM, injete e consuma sem remorso.

About the author: Luis R. Miranda

Luis Miranda is an award-winning journalist and the Founder and Editor of The Real Agenda News. His career spans over 20 years and almost every form of news media. He writes about environmentalism, geopolitics, globalisation, health, corporate control of government, immigration and banking cartels. Luis has worked as a news reporter, On-air personality for Live news programs, script writer, producer and co-producer on broadcast news.

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