$ 352 Bilhões em Dinheiro da Droga foram Injetados na Economia Mundial em 1998

Sem esse dinheiro, a economia global teria se desmoronado desde então e vários bancos na Europa e os EUA teriam ido à falência.

Tradução Luis Miranda
Pravda
23 de novembro de 2011

Cartéis da Droga controlam o México. Estas estruturas criminosas são corporações transnacionais que produzem e distribuem drogas no México e desfrutam de seu reinado sem problema no país. O cartel Zetas é um fenômeno especial no México, porque foi literalmente criado e desenvolvidopelos serviços especiais dos EUA.

A guerra contra as drogas é uma farsa. O dinheiro da droga é uma parte importante da economia global, e sem ele o sistema colpasaría como um todo.

A guerra contra as drogas é uma farsa. O dinheiro da droga é uma parte importante da economia global, e sem ele o mesmo colpasaría como um todo.

Este grupo criminoso apareceu originalmente como uma estrutura militar. O grupo foi criado para apoiar as atividades do Cartel do Golfo. Durante a década de 1990, o Golfo atraiu militares e funcionários das unidades especiais da polícia no país: GAFE, ou Grupo de Forças Especiais Aéreas, e BFP, a Brigada Aérea do Exército Mexicano.

Todos os desertores, que compõem o coração de Los Zetas, foram treinados nas bases da CIA nos EUA, assim como na Escola da América do Sul (SOA) do Instituto do Hemisfério Ocidental para Cooperação e a Segurança. Os militares de elite do instituto foram enviados para os regimes sul-americanos controlados pelos EUA na América Latina, enfatizando a eliminação dos movimentos de guerrilha e a luta contra a distribuição de drogas.

Os soldados das Forças Especiais da Guatemala, também treinados pela CIA, se juntaram ao grupo de ex-soldados mais tarde. Depois que os EUA se livraram do traficante colombiano Pablo Escobar, a logística de carregamentos e mobilização de drogas mudou consideravelmente. Os mexicanos assumiram o grupo. Eles costumavam enviar a cocaína colombiana para os Estados Unidos, mas depois eles começaram a ditar os termos aos fabricantes de drogas colombianos.

Os cartéis estavam sendo desenvolvidos, mas os líderes do negócio internacional de drogas não queriam se juntar em um supercartel ou aliança. Eventualmente eles decidiram usar um velho estilo de luta contra “os ratos a bordo.” Eles estabeleceram os “ratos comedores”. Los Zetas, cujos membros foram treinados nos EUA em centros de operações de comandos, se tornaram esses ratos comedores que destruíram alguns dos cartéis e os restos da estrutura do Estado mexicano, como foi pedido pelo seu Mestre.

Em 1999, após a captura do líder do Cartel do Golfo, os Zetas mostraram que eles eram capazes de gerenciar o negócio sozinho. Então, eles usaram métodos brutais para lutar com os seus concorrentes, decapitando pessoas, deixando seus corpos desmembrados em locais públicos. Você pode encontrar vídeos de execuções horríveis na Internet. Eles cortaram as cabeças de pessoas rapidamente – com a ajuda de uma serra de cadeia – ou lentamente – com um facão.

O presidente mexicano, Felipe Calderón declarou a guerra à máfia das drogas. Desde então, 45.000 pessoas morreram em confrontos entre cartéis mexicanos e tropas do governo. Outra guerra entre os Zetas e o cartel do Golfo começou no início de 2010 no norte do México.

A estrutura dos Zetas é muito complicada. Eles dizem que o cartel tem vários níveis, mas praticamente representam diferentes formas das forças terrestes – o grupo de combate a cartéis. Eles são The Falcons (os Falcoes) – pessoas locais que monitoram a situação nos territórios sob seu controle. O time é liderado pelos Cobras, que também sao compostos por pessoas locais.

Os chamados Novos Zetas são grupos militares de outros países como a Guatemala, que começaram a trabalhar para o cartel. Os Antigos Zetas são os que se juntaram da organizaçao GAFE no final da década de 1990.

Estes grupos formam o núcleo da organização. Há grupos especiais regionais, como o Scorpions, criados pelo comandante local do cartel. Mas, na verdade, a estrutura é muito mais complicada. É composta de vários grupos autônomos. A falha ou destruição de um desses grupos não afeta o trabalho de outros.

“O dinheiro, honra e respeito são mais importantes para nós. Dominamos o comércio de drogas, e pedimos  as autoridades do México e os EUA para não colocar obstáculos no nosso negócio. Eles não serao capazes de destruí-lo por uma razão: Los Zetas sabem tudo sobre o trabalho da polícia e serviços especiais; mas os serviços especiais e policiais não sabem nada sobre as atividades de Los Zetas “, disse Arturo DeSena, um ex-tenente e fundador de Los Zetas.

Parece que Washington não pode parar o negócio da droga, já que desestabilizaria o sistema financeiro dos Estados Unidos. O sistema depende de investimentos de vários bilhões de dólares que se originam de cartéis de drogas ao redor do mundo. Antonio Maria Costa, diretor do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, disse que há vários anos os cartéis da droga salvaram vários bancos durante a crise de 1998. Os maiores cartéis do mundo transferiram 352.000 milhões de dólares aos bancos durante o período mais duro da crise, disse o funcionário.

O produto do crime organizado foi o “único capital de investimento líquido”, disponível para alguns bancos que entrariam em colapso em 1998. “Empréstimos interbancários foram financiados pelo dinheiro que se originou do tráfico de drogas e outras actividades ilegais … Havia sinais de que alguns bancos foram resgatados dessa forma”, disse Costa ao Observer em 2009. A maioria dos 352.000 milhões de dólares da droga foram absorvidos pelo sistema econômico, disse ele.

De acordo com Costa, os cartéis da droga salvaram bancos da Grã Bretanha, EUA, Suíça e Itália.

As drogas tornaran-se um desastre nacional nos Estados Unidos há muito tempo. Parece também que é uma boa maneira de controlar a população. Até dez milhões de americanos usam cocaína regularmente (diariamente), de acordo com estatísticas oficiais. Até 40 milhões de pessoas usam cocaína com menor freqüência. Se esse consumo fosse bloqueado das pessoas o país afundaria no caos.

 

$ 352 Mil Millones en Dinero de la Droga Inyectados a la Economía Mundial en 1998

Sin esta suma, la economía globalizada hubiera comenzado a desmoronarse desde entonces y varios bancos en Europa y Estados Unidos hubieran ido a la quiebra.

Traducción Luis Miranda
Pravda
23 de noviembre 2011

Los Carteles de la Droga controlan México. Esas estructuras criminales son como empresas transnacionales que producen y distribuyen drogas en México y disfrutan de su reinado indiviso en el país. El Cartel de los Zetas es un fenómeno especial en México. El cartel fue literalmente creado y desarrollado por los servicios especiales de EE.UU..

La guerra contra las drogas es una farsa. El dinero de la droga es una parte importante de la economía global, y sin ella el sistema completo colpasaría.

Este grupo criminal tan único apareció originalmente como una estructura militar. El grupo fue creado para apoyar las actividades del Cartel del Golfo. Durante la década de 1990, el Golfo fue atrayendo a los militares y funcionarios de unidades especiales de policía del país – GAFE (Groupo de Fuerzas Especiales Aeromóvil) y BFP Brigada Aerotransportada del Ejército Mexicano.

Todos los desertores, que componen el corazón de Los Zetas, fueron entrenados en las bases de la CIA en los EE.UU. y luego en la llamada Escuela de América del Sur (Escuela de las Américas) del Instituto del Hemisferio Occidental para la Cooperación de Seguridad. El instituto forma élites militares que después son enviados a los regímenes controlados por Estados Unidos en América Latina, haciendo hincapié en la supresión de los movimientos guerrilleros y la lucha contra la distribución de drogas.

Los soldados de las fuerzas especiales de Guatemala, también entrenados por la CIA, se unieron al grupo de ex militares más tarde. Después que los EE.UU. se deshizo del capo de la droga colombiano Pablo Escobar, la logística de los embarques de drogas cambió considerablemente. Los mexicanos tomaron el mando del grupo. Acostumbraban enviar la cocaína colombiana a los Estados Unidos, pero luego estos comenzaron a dictar sus condiciones a los fabricantes de la droga colombianos.

Los cárteles se estaban desarrollando, pero los líderes del negocio internacional de drogas no querían unirse en un solo supercartel o alianza. Con el tiempo decidieron utilizar un estilo antiguo de luchar contra “las ratas a bordo”. Ellos establecieron la “rata comedora”. Los Zetas, cuyos miembros fueron entrenados en los EE.UU. en centros de operaciones de comandos, se convirtieron en las ratas comedoras que destruirían algunos carteles y los restos de la estructura del Estado mexicano, como lo quiso su Maestro.

En 1999, tras la detención del líder del Cártel del Golfo, los Zetas demostraron que eran capaces de operar el negocio solos. Entonces utilizaron métodos brutales en la lucha con sus competidores, decapitando personas, cuyos cuerpos desmembrados luego dejaban en lugares públicos. Se pueden encontrar videos de escalofriantes ejecuciones en el Internet. Les cortaban las cabezas a la gente ya fuera de manera rápida – con la ayuda de una sierra de cadena – o lentamente – con un machete.

El presidente mexicano Felipe Calderón declaró la guerra a la mafia de la droga. Desde entonces, 45.000 personas han muerto en los enfrentamientos entre los cárteles mexicanos y las tropas gubernamentales. Otra guerra entre los Zetas y el Cartel del Golfo comenzó a principios de 2010 en el norte de México.

La estructura de los Zetas es muy complicada. Dicen que el cártel tiene varios niveles, pero que prácticamente representan diversos formatos de sus fuerzas terrestres – el grupo de combate de los cárteles. Ellos son The Falcons (Los Halcones) – seguidores locales civiles del cartel que observan la situación en los territorios de su control. Los Falcons están al mando de los Cobras, que también se compone de personal civil.

Los llamados Nuevos Zetas son los grupos de militares de otros países, como Guatemala, que comenzaron a trabajar para el cartel. Los Zetas Antiguos son los que se unieron al cartel de organizaciones como el GAFE al final de la década de 1990.

Estos grupos forman el corazón de la organización. Existen diferentes grupos regionales especiales, como los Escorpiones, creados por el comandante del cartel local. Pero de hecho, la estructura del cartel es mucho más complicada. Se compone de varios grupos autónomos. El fracaso o la destrucción de uno de esos grupos no afecta el trabajo de otros enlaces.

“El dinero, el honor y el respeto son más importantes para nosotros. Dominamos el negocio de las drogas, e instamos a las autoridades de México y los EE.UU. a no poner obstáculos para nuestro negocio. No serán capaces de destruirlo por una razón. Los Zetas lo saben todo sobre el trabajo de la policía y los servicios especiales. En cambio, los servicios especiales y la policía no saben nada acerca de las actividades de Los Zetas “, dijo Arturo DeSena, ex teniente y fundador de Los Zetas.

Parece que Washington no podrá acabar con el negocio de las drogas, ya que desestabilizaría el sistema financiero de los Estados Unidos. El sistema depende en inversiones de varios miles de millones de dólares que se originan en los carteles de la droga de todo el mundo. Antonio Maria Costa, director de la Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito, dijo que hace varios años que los carteles de la droga rescataron a muchos bancos durante la crisis de 1998. Los carteles más grandes del mundo transfirieron $ 352 mil millones a los bancos durante el período más duro de la crisis, dijo el funcionario.

El producto de la delincuencia organizada fue el “único capital de inversión líquido” disponible para algunos bancos al borde del colapso en 1998. “Préstamos interbancarios eran financiados por dinero que se originó del tráfico de drogas y otras actividades ilegales … Hubieron señales de que algunos bancos fueron rescatados de esa manera”, dijo Costa al Observer en 2009. La mayoría de los 352 mil millones de dólares de la droga fueron absorbidos por el sistema económico, agregó.

Según Costa, los carteles de la droga rescataron a bancos de Gran Bretaña, EE.UU., Suiza e Italia.

Las drogas se convirtieron en un desastre nacional de los Estados Unidos hace mucho tiempo. También parece ser una buena manera de controlar a la población. Hasta diez millones de estadounidenses usan la cocaína de forma regular (diariamente), de acuerdo con estadísticas oficiales. Hasta 40 millones de personas más usan cocaína con menos frecuencia. Si este consumo fuera bloqueado de las personas, el país se hundiría en el caos.

$352 Billion in Drug Cartel Money Rescued Banks in 1998

by Anatoly Miranovsky
Pravda
November 23, 2011

The War on Drugs is a sham. Drug Cartels money is such a part of the global economy, that a complete crack down of these transnational organizations would mean an assured collapse.

Drug cartels rule Mexico. Those criminal structures are like transnational corporations. They produce and distribute drugs in Mexico and enjoy their undivided reign in the country. Los Zetas cartel is a special phenomenon in Mexico. The cartel was literally created and developed by US special services.

The unique criminal group originally appeared as a military structure. The group appeared to support the activities of Cartel del Golfo. During the 1990s, Golfo was luring military men and officers of special police units of the country – GAFE (Groupo Aeromovil de Fuerzas Especiales) and BFP airborne brigade of the Mexican army.

All the deserters, who made the core of Los Zetas, were trained at the bases of the USA’s CIA and then at the so-called School of South America (Escuela de las Americas) of the Western Hemisphere Institute for Security Cooperation. The institute trains military elite for the US-controlled regimes in Latin America, stressing out the suppression of guerrilla movements and the struggle against the distribution of drugs.

The servicemen from the special forces of Guatemala, also the CIA-trained men, joined the group of former military men later. After the USA did away with Colombian drug baron Pablo Escobar, the logistics of drug shipments changed considerably. The Mexicans took the command of the group. They used to send the Colombian cocaine to the United States, but then they began to dictate their conditions to Colombian drug makers.

Cartels were developing, but the leaders of the international drug business did not want to unite into one supercartel or alliance. They eventually decided to use an old-fashioned way of struggling with rats on board. They established the rat-eater. Zetas, whose members were trained in the US commando-training centers, became the rat-eater that would destroy both cartels and the remnants of the Mexican state structure to please the master.

In 1999, after the arrest of the leader of Cartel del Golfo, Zetas showed that they were capable of running business alone. They used brutal methods in struggling with their competitors. Beheading people and then dumping the decapitated and dismembered bodies in public places was a common thing for them to do. One may find videos of such blood-chilling executions on the Internet. They cut people’s heads either fast – with the help of a chainsaw – or slowly – with a machete.

Mexican President Felipe Calderon declared a war on the drug mafia. As many as 45,000 people have been killed in the clashes between Mexican cartels and government troops. Another war between Zetas and Golfo started in the beginning of 2010 in the north of Mexico.

The structure of Zetas is a very complicated one. They say that the cartel has several levels, but they virtually represent various formats of the ground forces – the lowest combat mass of the cartel. They are Los Halcones (the Falcons) – local civilian followers of the cartel who observe the situation in the territories of their control. The Falcons are commanded by the Cobras, also civil personnel.

The so-called New Zetas are the groups of military men from other countries, for example Guatemala, who started working for the cartel. The Old Zetas are those who joined the cartel from GAFE at the end of the 1990s.

These groups make the core of the organization. There are separate regional special groups like the Scorpions, created by local cartel comandante. As a matter of fact, the structure of the cartel is much more complicated. It consists of multiple autonomous groups. The failure or destruction of one of those groups does not affect the work of other links.

“Money, honor and respect are most important for us. We run drug business, and we urge the Mexican and US authorities not to put obstacles for our business. You will not be able to destroy us for one reason. Los Zetas knows everything about the work of police and special services. Special services and police know nothing about the activities of Los Zetas,” Arturo Desena, the founder of Los Zetas, a former lieutenant, said.

It appears that Washington will never struggle with the drug business because it destabilizes the financial system of the United States. The system is based on multi-billion “drug investments” from all over the world. Antonio Maria Costa, the head of the UN Office on Drugs and Crime, said several years ago that it was drug cartels that rescued many banks during the crisis of 1998. World’s largest drug cartels transferred $352 billion to banks during the hardest period of the crisis, the official said.

The proceeds of organised crime were “the only liquid investment capital” available to some banks on the brink of collapse in 1998. “Inter-bank loans were funded by money that originated from the drugs trade and other illegal activities… There were signs that some banks were rescued that way,” Costa told Observer in 2009. A majority of the $352 billion of drugs profits was absorbed into the economic system as a result, he added.

According to Costa, drug cartels rescued the banks of Great Britain, the USA, Switzerland and Italy.

Drugs became a national disaster for the United States a long time ago. It also seems to be a good way to control the population. As many as ten million Americans take cocaine on a regular basis (daily), according to official stats. Up to 40 million more people do cocaine less frequently. If their doses are taken away from them, the country will plunge into chaos.

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