Another Climategate? This time from BEST

BEST study confirms global temperature standstill, but the organization’s head climatologist, Professor Richard Muller, says measurements for the last decade were not included in the study’s results.

by Dr. David Whitehouse
The Observatory
November 1, 2011

Contrary to claims being made by the leader of the Best global temperature initiative their data confirms, and places on a firmer statistical basis, the global temperature standstill of the past ten years as seen by other groups.

Many people have now had some time to read the papers issued in preprint form from the Best project. My strong impression is that they are mostly poorly written, badly argued and at this stage unfit for submission to a major journal. Whilst I have made some comments about Best’s PR and data release strategy, I want to now look at some aspects of the data.

When asked by the BBC’s Today programme Professor Richard Muller, leader of the initiative, said that the global temperature standstill of the past decade was not present in their data.

“In our data, which is only on the land we see no evidence of it having slowed down. Now the evidence which shows that it has been stopped is a combination of land and ocean data. The oceans do not heat as much as the land because it absorbs more of the heat and when the data are combined with the land data then the other groups have shown that when it does seem to be leveling off. We have not seen that in the land data.”

My first though would be that it would be remarkable if it was. The global temperature standstill of the past decade is obvious in HadCrut3 data which is a combination of land and sea surface data. Best is only land data from nearly 40,000 weather stations. Professor Muller says they “really get a good coverage of the globe.” The land is expected to have a fast response to the warming of the lower atmosphere caused by greenhouse gas forcing, unlike the oceans with their high thermal capacity and their decadal timescales for heating and cooling, though not forgetting the ENSO and la Nina.

Fig 1 shows the past ten years plotted from the monthly data from Best’s archives. Click on the image to enlarge.


It is a statistically perfect straight line of zero gradient. Indeed, most of the largest variations in it can be attributed to ENSO and la Nina effects. It is impossible to reconcile this with Professor Muller’s statement. Could it really be the case that Professor Muller has not looked at the data in an appropriate way to see the last ten years clearly?

(Incidently you could extend the graph back a few years before 2001 and it doesn’t make much difference because the ‘super el nino’ of 1998 and the two subsequent cooler years of 1999 and 2000 do not show up as dramatically in the Best land data as they do in HadCrut3. I would also point out that there is now an abundance of peer-reviewed literature that deals with the question of the lack of temperature increase in the past decade, so our graph’s starting point and duration is justifiable. Arguments that the time period we chose was cherry-picked to show a flat line, and that slightly longer periods would not, are incorrect. There are, of course, still those who distort the argument by saying that ten years is too short for climatic conclusions, as if ten years of data is meaningless. Also Professor Muller was asked a specific question about the last ten years, and our graph is a response to his specific answer.)

Indeed Best seems to have worked hard to obscure the past decade. They present data covering more almost 200 years is presented with a short x-axis and a stretched y-axis to accentuate the increase. The data is then smoothed using a ten year average which is ideally suited to removing the past five years of the past decade and mix the earlier standstill years with years when there was an increase. This is an ideal formula for suppressing the past decade’s data.

When examined more objectively Best data confirms the global temperature standstill of the past decade. That the standstill should be present in land only data is remarkable. There have been standstills in land temperature before, but the significance of the past decade is that it is in the era of mankind’s postulated influence on climate through greenhouse gas forcing. Predictions made many times in the past few years suggest that warming should be the strongest and fastest in the land data.

Only a few years ago many scientists and commentators would not acknowledge the global temperature standstill of the past decade. Now that it has become unarguable there has emerged more explanations for it than can possibly be the case.

To explain the combined sea-land temperature hiatus some have suggested that the oceans are sucking up the heat, as professor Muller outlines in his radio interview. This explanation is strained in my view if the land temperature stays constant. Could we really have the very special situation whereby the oceans sequester just enough heat at just the right time to keep the land temperature flat? Aerosols, postulated by some to be coming from China, don’t provide an explanation for the land temperature hiatus either. In fact, the constant land temperature puts a strain on all of the explanations offered for why the land-sea combination hasn’t warmed in the past decade or so.

We make a big deal of the temperature going up. In my view we should make a bigger scientific deal about temperature flatlining for a decade or more in the face of rising CO2 levels. If further scrutiny of the Best dataset confirms this finding we will have new questions about the nature and balance of oceanic and land warming.

The fact that Best confirms the global temperature hiatus and shows that it is apparent in land only data is significant, and in my view its major scientific finding, so far. It is puzzling that they missed it.

Temperatura do Planeta Controla Emissões de CO2, não os Humanos

Emissões humanas não controlam o clima ou os níveis de CO2 do mundo.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
6 de agosto de 2011

Nos últimos dias, foi revelado que os dados de satélite da NASA para o ano de 2000-2011 mostram que a atmosfera permitiu que mais calor fosse liberado para o espaço do que foi alegado pelos alarmistas do aquecimento global e a mudança climática. O estudo mais recente foi publicado em Remote Sensing, uma revista científica lida e avaliada por cientistas. Embora estudos sobre mudanças climáticas alarmistas promovidos pelas Nações Unidas e outras organizações, nos alertam sobre o aquecimento global e como este aumentara dramaticamente nos próximos anos, o estudo publicado em Remote Sensing prova o contrário. Isto deve pelo menos dar espaço para a revisão dos números apresentados pelos alarmistas e para que eles parem de dizer que “há consenso”.

Dado o fato que mais calor foi liberado para o espaço do que se pensava, as concentrações de CO2 na atmosfera parecem ser um fator menos importante quando se trata do aumento da temperatura global. A atmosfera mantém menos CO2 e, portanto, o planeta aquece menos se seguirmos a posição dos alarmistas. Um dos co-autores do estudo, Dr. Roy Spencer, da Universidade de Alabama, em Huntsville disse que o que é chamado de dados do mundo real obtidos a partir do satélite Terra da NASA contradiz premissas introduzidas em modelos alarmistas anteriores. “As observações por satélite indicam que há muito mais energia perdida no espaço durante e após o aquecimento dos modelos climáticos. Há uma enorme discrepância entre os dados e as previsões, especialmente nos oceanos. “

Junto com o estudo citado acima, vem um novo estudo realizado pelo professor Murry Salby quem é o presidente de Ciências do Clima da Macquarie University. O professor Salby observou proporções de isótopos de carbono 12 (C12) e de carbono 13 (C13) e os níveis de CO2 em todo o mundo nos últimos dois anos. Os resultados de suas observações concluem que as emissões humanas têm apenas um pequeno efeito sobre os níveis globais de CO2. Emissões humanas não controlam o tempo nem os níveis de CO2. O professor Salby conta suas observações em um discurso intitulado: “As Emissões Globais de Dióxido de Carbono: A Contribuição das Fontes Naturais” Ouça a palestra do Professor Salby aqui.

Como demonstrado anteriormente, os oceanos e zonas verdes do planeta emitem mais CO2 na atmosfera do que toda a atividade humana. A industrialização emite cerca de 5 gigatoneladas de toneladas de CO2 ao ano, enquanto os oceanos emitem 90 gigatoneladas e a vida vegetal na Terra emite 60 gigatoneladas.

“Costuma-se dizer que você pode medir a contribuição humana de CO2 para a atmosfera observando a proporção de C12 e C13. A teoria é que as plantas absorvem C12 mais do que C13 (cerca de 2%, não muito), e que podemos ver o ar e saber quanto vem de plantas e quanto dos vulcões e quanto dos combustíveis fósseis. As plantas são ‘deficientes’ no C13, e assim, portanto, deve ser o nosso uso de combustíveis fósseis derivados do aumento das emissões de CO2. A implicação é que, como o carvão e o petróleo vem de plantas fossilizadas e outros materiais orgânicos, estes carregam “a pegada de carbono dessas plantas e materiais fossilizados” e são emitidos quando os humanos usamos combustíveis fósseis “. Mas a questão não é tão simples. Os humanos emitem cerca de 5,5 a cada ano, em quanto as plantas 121,6 (sem contar as plantas no oceano). Há uma grande quantidade de carbono indo e vindo entre os sumidouros e fontes. Exatamente o que sabemos sobre a taxa de evolução da emissão de CO2 do solo, por exemplo? “

Além de nos dizer que o planeta remove mais calor do que era acreditado por alarmistas da mudança climática, as observações dos satélites também nos ajudam a localizar os “pontos quentes” das emissões de CO2. A “novidade”, com as observações de satélite é que as grandes cidades em países altamente industrializados não fazem parte dos “pontos quentes”. As principais fontes de emissões de CO2 são os locais com grandes áreas cobertas de vegetação, como a Amazônia, areas tropicais, sudeste da Ásia e a África tropical.

Conforme os dados, as maiores concentrações de CO2 estão partes do planeta onde o aquecimento é alterado devido a fenômenos como El Niño, por exemplo. Por outro lado, uma menor concentração de CO2 é gravada quando o planeta experimenta aumento da atividade vulcânica e as nuvens de cinzas que os vulcões emitem ajudam a resfriar o planeta. Assim, durante os anos mais quentes, os níveis de CO2 sao menores, enquanto que em anos mais frios foram maiores as concentrações. Então, a temperatura controla os níveis de CO2 na atmosfera, não as emissões humanas.

Os modelos climáticos são geralmente tomados como evidência para argumentar que o planeta está experimentando o aquecimento global ou que a atividade humana é responsável por mudanças climáticas. O problema com esses modelos, no entanto, é o fato que eles estão preparados para assumir que as emissões humanas de CO2, resultantes da industrialização, são responsáveis pelo aquecimento global e as mudanças climáticas. Em outras palavras, os modelos começam a medir fenômenos como o aquecimento global com base em uma premissa equivocada. Além disso, como tem sido bem documentado, as mudanças climáticas ocorrem ao longo de séculos ou milênios, não em décadas ou anos.

O professor Salby acredita que as variações na temperatura explicam as diferentes concentrações de CO2.

Os dados do satélite NASA Terra e outros fornecidos pela NOAA e a mesma NASA indicam que a umidade atmosférica e a formação de nuvens não aumenta à medida que os modelos dos alarmistas dizem. “Tanto o ERB como dados da NASA Terra mostram que há 25 anos e contando, as emissões de dióxido de carbono tem direta e indiretamente, mantém muito menos calor do que os modelos dos alarmistas mostram.”

Como uma terceira advertência ao debate do aquecimento global e as mudanças climáticas, um artigo do 19 de julho de 2011 no The Register, revela como o diretor-geral do laboratório (CERN), localizado em Genebra, proibiu seus cientistas falar sobre os resultados das experiências recentes que demonstram como as partículas de energia solar determinam a formação de nuvens na Terra. A experiência com CLOUD (“Cosmics Leaving Outdoor Droplets”) usa o sincrotron de prótons do CERN para examinar nucleação.

O director-geral do CERN, Rolf-Dieter Heuer tentou minimizar o fato de que a atividade solar é o principal motor das mudanças climáticas ao redor do sistema solar, dizendo que “a radiação cósmica é apenas um dos muitos parâmetros.” Heuer acrescentou que, se os resultados foram publicados, eles tornarariam-se ferramentas para o debate político. E, claro, o debate político não seria bom para pessoas como ele, porque mostraria que o alarmismo sobre as mudanças climáticas é desnecessário e injustificado. No entanto, se o sol começa a aumentar a sua actividade de repente e ameaça nossas vidas, o que não está acontecendo, não há muito que possamos fazer para detê-lo, certo?
A experiência CLOUD é baseada em experimentos anteriores realizados pelo físico Henrik Svensmark. “Ele provou que os raios cósmicos fornecem uma semente para o surgimento de nuvens. Pequenas mudanças na cobertura das nuvens do planeta pode causar variações na temperatura de vários graus. A quantidade de material constituído por cúcleos ultra-finos de condensação (UFCN) depende da quantidade de “chuva” solar, que varia dependendo da intensidade do campo magnético do Sol e o campo magnético da Terra. “

O veterano editor de ciência, Nigel Calder diz que a política do CERN para ser politicamente correto quando se trata do aquecimento global ou mudanças climáticas não é surpreendente. Além disso, é uma ocorrência comum em organizações como o CERN não querer discutir os resultados de experimentos e observações que não suportam as suas teorias. “Para eles é normal entrar no contexto altamente político do debate sobre mudança climática, desde que seus resultados apontem que o homem é responsável pelo aquecimento, mas não se eles são compatíveis com a heresia de Svensmark que encontrou que o Sol muda o clima, e que o clima é influenciando pelo fluxo de raios cósmicos e a formação de nuvens. “
Estes três exemplos de como ciência recente mostra que o movimento impulsionado pelos alarmistas do aquecimento global têm sido enganado politicamente, intelectualmente e economicamente sequer considera as provas de corrupção mostradas nos infames e-mails de Climategate que são evidencia da corrupção de alguns membros da comunidade científica. Existe uma necessidade de mais provas para refutar o falso alarmismo do aquecimento global? Certamente, há uma maior necessidade de um estudo mais aprofundado do clima e da mudança climatica sem propor soluções insanas e pouco saudáveis como as alterações climáticas artificiais usando armas nucleares para reverter a mudança climática, a pulverização de produtos químicos tóxicos para bloquear o sol, a redução da população como forma de reduzir as emissões de CO2, a desindustrialização do planeta para mantê-lo para os animais, enquanto argumenta-se que os animais são iguais aos seres humanos, a adoção de organismos transgénicos para alimentar o mundo porque o processamento tem uma emissão menor de CO2, e um monte de outras práticas insanas que são agora propostas por políticos fracassados, governos e organizações globalistas internacionais.

Temperatura del Planeta Controla Emisiones de CO2, no los Humanos

Las emisiones humanas no controlan el clima o los niveles de CO2 del planeta.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
05 de agosto 2011

En los últimos días, se reveló que los datos satelitales de la NASA para el año de 2000 hasta el año 2011 muestran que la atmósfera terrestre ha permitido que más de calor sea lanzado al espacio de lo que se presenta por los alarmistas del cambio climático. El último estudio fue publicado en Remote Sensing, un periódico científico leído y evaluado por científicos. Aunque los estudios sobre el cambio climático patrocinados por las Naciones Unidas así como los de otras organizaciones alarmistas nos advirtieron acerca de cómo el calentamiento global aumentaría dramáticamente en los próximos años, el estudio publicado en Remote Sensing demuestra lo contrario. Esto debería al menos dar espacio para que los alarmistas revisen sus números y dejen de decir que “hay consenso”.

Teniendo en cuenta el hecho que más calor se liberó al espacio de lo que se pensaba, las concentraciones de CO2 en la atmósfera parecen ser un factor menos importante cuando se trata del aumento de la temperatura planetaria. La atmósfera atrapa menos CO2 y por ende el planeta se calentaría menos, si seguimos la posición de los alarmistas. Uno de los co-autores del estudio, el Dr. Roy Spencer, de la Universidad de Alabama en Huntsville dice que lo que se denominan datos del mundo real obtenidos del satelite Terra de la NASA contradice anteriores supuestos introducidos en los modelos de los alarmistas. “Las observaciones por satélite indican que hay mucha más energía que se pierde en el espacio durante y después del calentamiento de lo que los modelos climáticos muestran. Existe una enorme discrepancia entre los datos y las previsiones; especialmente en los océanos. “

Junto con el estudio citado anteriormente, llega un nuevo estudio del profesor Murry Salby que es el Presidente de Ciencias Climáticas de la Universidad Macquarie. El profesor Salby observó las proporciones de isótopo de carbón 12 (C12) y carbón 13 (C13), y los niveles de CO2 en todo el mundo durante los últimos dos años. Los resultados de sus observaciones concluyen que las emisiones humanas tienen sólo un efecto pequeño sobre los niveles globales de CO2. Las emisiones humanas no controlan el clima, y tampoco controlan los niveles de CO2. El profesor Salby cuenta el resultado de sus observaciones en un discurso titulado: “Las Emisiones Globales de Dióxido de Carbono: La Contribución de las Fuentes Naturales” Escuche la conferencia del profesor Salby aquí.

Como se ha demostrado anteriormente, los océanos y amplias zonas verdes del planeta emiten más CO2 a la atmósfera que toda la actividad humana. La industrialización emite alrededor de 5 gigatoneladas de CO2 al año, mientras que los océanos emiten 90 gigatoneladas y la vida vegetal en la tierra emite 60 gigatoneladas.

“A menudo se afirma que se puede medir la contribución humana de CO2 a la atmósfera observando la proporción de C12 a C13. La teoría es que las plantas absorben más C12 que C13 (alrededor de 2%, no mucho), por lo que podemos ver el aire y saber que proviene de las plantas y que proviene de los volcanes y que proviene de los combustibles fósiles. Las plantas son ‘deficientes’ en C13, y así, entonces, debe ser nuestro uso de derivados de combustibles fósiles lo que aumenta las emisiones de CO2. La implicación es que, dado que el carbón y el petróleo proviene de la fosilización de plantas y otros materiales orgánicos, que esa “huella de carbono de las plantas” llega a la atmósfera a través del uso que “el ser humano hace de combustibles fósiles”. Pero el asunto no es tan simple. Los humanos emitimos alrededor de 5.5 y las plantas están emitiendo 121,6 cada año (sin contar las plantas del océano). Hay una gran cantidad de carbono moviéndose de ida y vuelta entre los sumideros y las fuentes. Exactamente cuanto sabemos sobre cómo evoluciona la tasa de emisión de CO2 del suelo, por ejemplo? “

Mientras que las mediciones por satélite nos dicen que el planeta elimina más calor del que se creía por los alarmistas del cambio climático, estas observaciones también nos ayudan a localizar los “puntos calientes” de las emisiones de CO2. La “novedad” con las observaciones por satélite es que las grandes ciudades en los países muy industrializados no son parte de los “puntos calientes”. Las principales fuentes de emisiones de CO2 son los lugares con grandes áreas cubiertas de vegetación, como el Amazonas, las zonas tropicales, el sudeste de Asia, y África tropical.

Como muestran los datos, las mayores concentraciones de CO2 se encuentran partes del planeta que por ejemplo experimentan calentamiento debido a fenómenos como la Oscilación El Niño (ENOS). Por el contrario, una menor concentración de CO2 se registra cuando el planeta experimenta una mayor actividad volcánica ya que las nubes de ceniza que los volcanes emiten ayudan a mantener fresco el planeta. Así, durante años más cálidos, los niveles de CO2 eran más pequeños, mientras que en años más fríos las concentraciones eran más grandes. Entonces, la temperatura controla los niveles de CO2 en la atmósfera, no las emisiones humanas.

Los fallidos modelos climáticos generalmente se toman como prueba para argumentar que el planeta está experimentando el calentamiento global o que la actividad humana es responsable del cambio climático. El problema con estos modelos, sin embargo, es el hecho que dichos modelos climáticos son preparados para asumir que las emisiones humanas de CO2, que resultan de la industrialización, son los responsables del calentamiento y el cambio climático. O sea, los modelos comienzan a medir fenómenos como el calentamiento global y el cambio climático basándose en una premisa equivocada. Además, como ha sido bien comprobado, los cambios climáticos se producen a través de siglos o milenios, no décadas o años.

El profesor Salby cree que las variaciones de temperatura explican las diferentes concentraciones de CO2.

Los datos del satélite NASA Terra y otros dados por NOAA y la misma NASA, indican que la humedad atmosférica y la formación de nubes no aumentan en la forma que los modelos de los alarmistas dicen. “Tanto la NASA ERB como los datos del satélite Terra muestran que durante 25 años y contando, las emisiones de dióxido de carbono han, directa e indirectamente, atrapado mucho menos calor que los modelos de los alarmistas dicen”.

Como tercera advertencia al calentamiento global y el debate sobre el cambio climático, llega un artículo del 19 de julio de 2011 de The Register, en el que se revela cómo el jefe de laboratorio líder mundial en física (CERN) localizado en Ginebra, prohibió a sus científicos hablar sobre los resultados de experimentos recientes que demuestran cómo las partículas de energía solar determinan la formación de nubes en nuestro planeta. El experimento con CLOUD (“Cosmics Leaving Outdoor Droplets “) utiliza el sincrotrón de protones del CERN para examinar la nucleación.

El Director general del CERN Rolf-Dieter Heuer intentó atenuar el hecho de que la actividad solar es el principal motor del cambio climático en todo el sistema solar, diciendo que “la radiación cósmica es sólo uno de muchos parámetros.” Heuer agregó que si los resultados fueran publicados, se convertirían en herramientas para el debate político. Y claro, este debate político no sería positivo para personas como él, pues demostraría que el alarmismo por el cambio climático es innecesario e injustificado. De todos modos, si el Sol comienza a aumentar su actividad de repente y amenaza nuestras vidas, lo cual no está sucediendo, no habría mucho que podamos hacer para detenerlo, verdad?

El Experimento de CLOUD se basa en experimentos anteriores realizados por el físico Henrik Svensmark. “Él demostró que los rayos cósmicos proporcionan una semilla para la aparición de nubes. Pequeños cambios en la cubierta de nubes del planeta pueden causar variaciones de temperatura de varios grados. La cantidad de material compuesto por núcleos de condensación ultra finos (UFCN) depende de la cantidad de “llovizna” solar, que varía en función de la intensidad del campo magnético del sol y la fuerza del campo magnético de la Tierra.”

El veterano editor de ciencia, Nigel Calder dice que la política del CERN de permanecer políticamente correcto cuando se trata del calentamiento global o el debate sobre el cambio climático no es sorprendente. Añade que es una ocurrencia común en las organizaciones como el CERN que no quieren hablar de los resultados de los experimentos y las observaciones que no apoyan sus teorías. “Para ellos es normal entrar en “el ámbito eminentemente político del debate sobre el cambio climático” siempre y cuando su resultados avalen que el hombre es responsable por el calentamiento, pero no si son compatibles con la herejía de Svensmark de que el Sol cambia el clima, al influir en el flujo de rayos cósmicos y la formación de nubes.”

Estos tres ejemplos de cómo ciencia sólida reciente demuestra que el movimiento impulsado por alarmistas del calentamiento global ha sido estafado política, intelectual y económicamente ni siquiera considera los infames e-mails de Climategate que mostraron la corrupción de una parte de la comunidad científica. ¿Hay alguna necesidad de pruebas adicionales para refutar el falso alarmismo del calentamiento global? Ciertamente, hay una mayor necesidad de seguir estudiando el clima y sus cambios, sin proponer prácticas insanas como soluciones tales como modificación artificiales del clima empleando armas nucleares para revertir el cambio climático, la fumigación de productos químicos tóxicos para bloquear el sol, la reducción de la población como una forma de reducir las emisiones de CO2, la desindustrialización del planeta para conservarlo para los animales mientras se argumenta que son iguales a nosotros los humanos, la adopción de organismos genéticamente modificados para alimentar al mundo, ya que tiene una huella más pequeña de CO2 y una gran cantidad de otras prácticas dementes que ahora son propuestas por políticos fracasados así como gobiernos y organizaciones globalistas internacionales.

Planet’s Temperature Controls CO2 Emissions, not Humans

Human emissions do not control the climate or the planet’s CO2 levels.

by Luis R. Miranda
The Real Agenda
August 5, 2011

In recent days, it was revealed that NASA’s satellite data for the years of 2000 through 2011 showed Earth’s atmosphere had allowed more heat to be released into space than previously presented by climate change alarmists. The latest study was published in the peer-reviewed Remote Sensing Science Journal. Although United Nations sponsored studies and those of other climate change alarmist organizations warned us about how global warming would dramatically increased in the coming years, the study published on Remote Sensing proves otherwise, which should at least make some room for the alarmists to review their numbers.

Given the fact more heat was released into space than previously thought, the planet’s atmospheric CO2 concentrations seem to be a less important factor when it comes to planetary temperature increases. Atmospheric CO2 traps less heat than alarmists said it does. One of the co-authors of the study, Dr. Roy Spencer, from the University of Alabama in Huntsville and says that what is called real world data from NASA’s Terra satellite contradict previous assumptions fed into alarmist computer models. “The satellite observations suggest there is much more energy lost to space during and after warming than the climate models show. There is a huge discrepancy between the data and the forecasts that is especially big over the oceans.”

Along with the study cited above, comes a new study from Professor Murry Salby who is the Chair of Climate Science at Macquarie University. Professor Salby observed C12 and C13 ratios and CO2 levels around the world for the past two years. The results of his observations conclude that man-made emissions have only a small effect on global CO2 levels. Man-made emissions do not control climate and neither do they control CO2 levels. Professor Salby related his findings in a speech called: “Global Emission of Carbon Dioxide: The Contribution from Natural Sources” Listen to Professor Salby’s conference here.

As it has been proven previously, the oceans and large green areas of the planet emit more CO2 into the atmosphere than all human activity. Industrialization emits about 5 gigatons of CO2 per year, while the oceans emit 90 gigatons and plant life on land emit some 6o gigatons.

“It is often asserted that we can measure the human contribution of CO2 to the air by looking at the ratio of C12 to C13. The theory is that plants absorb more C12 than C13 (by about 2%, not a big signature), so we can look at the air and know which came from plants and which came from volcanos and which came from fossil fuels, via us. Plants are ‘deficient’ in C13, and so, then, ought to be our fossil fuel derived CO2. The implication is that since coal and oil were from plants, that “plant signature” means “human via fossil fuels”. But it just isn’t that simple. We are 5.5 and plants are putting 121.6 into the air each year (not counting ocean plants). There is a lot of carbon slopping back and forth between sinks and sources. Exactly how closely do we know the rate of soil evolution of CO2, for example?”

While satellite measurements tell us the planet let out more heat than it was believed by climate change alarmists, they also help us localize “hotspots” for CO2 emissions. The ‘novelty’ with satellite observations is that large cities in heavily industrialized countries are not part of those “hotspots”. The main sources of CO2 emissions are places with large areas covered by vegetation like the Amazon, tropical areas, southeast Asia, and tropical Africa.

As data shows, more CO2 concentrations are  found when the planet experiences warming due to phenomena such as the El Niño Southern Oscillation (ENSO). Conversely, less concentration of CO2 is recorded when the planet experiences more volcanic activity because the large clouds of ash that the volcanoes emit help to keep the planet cooler. So, during warmer years, the levels of CO2 were smaller, while in colder years the concentrations were larger. Temperature controls CO2 levels in the atmosphere, not human emissions.

The failure of the climate models usually taken as proof to argue that the planet is experiencing global warming or that human activity is responsible for climate change is the fact those climate models are prepared to assume that human CO2 emissions, that result from industrialization are responsible for the warming and the changes in climate. As it has been abundantly proven, climate changes occur through centuries or millenia, not decades or years.

Professor Salby believes that temperature variations explain the different CO2 concentrations.

The NASA Terra satellite data support other NOAA and NASA data that indicated that atmospheric humidity and cloud formation do not increase in the way climate alarmists say they do. “Both the NASA ERBS and Terra satellite data show that for 25 years and counting, carbon dioxide emissions have directly and indirectly trapped far less heat than alarmist computer models have predicted.”

As a third caveat to the global warming and climate change debate, an article dated July 19, 2011 from The Register, reveals how the chief of the world’s leading physics lab at CERN in Geneva prohibited scientists to talk about the results of recent experiments that prove how solar energy particles determine cloud formation in our planet. The CLOUD (“Cosmics Leaving Outdoor Droplets”) experiment uses CERN’s proton synchrotron to examine nucleation.

CERN Director General Rolf-Dieter Heuer managed to tone down the fact that solar activity is the main driver of climate in the solar system, saying that “cosmic radiation is only one of many parameters.”Heuer added that if the results were published, they would be turned into tools for political debate.

The CLOUD experiment are based on previous experiments by physicist Henrik Svensmark. “He demonstrated that cosmic rays provide a seed for clouds. Tiny changes in the earth’s cloud cover could account for variations in temperature of several degrees. The amount of Ultra Fine Condensation Nuclei (UFCN) material depends on the quantity of the background drizzle of rays, which varies depending on the strength of the sun’s magnetic field and the strength of the Earth’s magnetic field.”

Veteran science editor Nigel Calder says that CERN’s policy to remain politically correct when it comes to the global warming or climate change debate is not surprising. He adds that it is a common occurrence for organizations like CERN not to want to discuss the results of experiments or observations that do not support their theories. “It’s OK to enter ‘the highly political arena of the climate change debate’ provided your results endorse man-made warming, but not if they support Svensmark’s heresy that the Sun alters the climate by influencing the cosmic ray influx and cloud formation.”

These three examples of how more recent solid science proves that the alarmist-driven global warming movement has been lied to does not even consider the infamous Climategate emails that showed the corruption of a section of the scientific community. Is there any need for further evidence to disprove the fake global warming alarmism? There is certainly a stronger need to keep on studying climate and how it changes without proposing insane global weather modification practices such as employing nuclear weapons to reverse climate change, the spraying of toxic chemicals to block the sun from driving life on the planet, propose population reduction as a way to curb CO2 emissions, de-industrialize the planet to keep it for the animals as they are equaled to humans, adopt genetically modified organisms to feed the world because it has a smaller CO2 footprint and a host of other demented practices now being proposed by failed politicians, governments and international organizations.

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